+55 49 3442-1087

setcom@setcom.org.br

Notícia

Presidente do SETCOM defende medidas mais duras para cobrar melhorias em estradas da região

07/07/2022

O presidente do Sindicato das Empresa de Transportes de Cargas do Oeste e Meio Oeste Catarinense, Éderson Vendrame, lamentou novamente a situação das estradas na região, após a apresentação do levantamento por parte da Federação das Indústrias (FIESC). Os dados confirmam a má condição dos trechos e justificam as cobranças frequentes realizadas pelos dirigentes do SETCOM e do transporte rodoviário de cargas em Santa Catarina.


O levantamento feito pela Federação das Indústrias (FIESC) revela as condições de pelo menos 22 rodovias estaduais que cortam o Oeste e Extremo-Oeste do Estado em quase mil quilômetros.


“A gente já tinha esse conhecimento e nossos empresários do ramo já reclamam há muito tempo dos problemas. Entretanto, as autoridades não conseguem dar uma solução definitiva para os trechos danificados. Apenas tomam medidas paliativas e temporárias”, lamenta.


Entre os trechos considerados mais críticos estão as SCs: 283 (Mondaí-Palmitos, Arvoredo-Seara e Seara-Arabutã); 155 (Xanxerê-Xavantina, Bom Jesus-Abelardo Luz), 480 (Xanxerê-Bom Jesus); 482 (Galvão-Coronel Martins); 305 (São Lourenço do Oeste-Campo Erê); 161 (Anchieta SC-305 a Serra do Sul, na divisa com a BR-280, no Paraná); 492 (Maravilha-Santa Terezinha do Progresso); 496 (Tunápolis-Beato Roque/trecho em processo de implantação); 163 (Iporã do Oeste-Itapiranga) e 350 (Abelardo Luz-Passos Maia/implantação prevista, mas ainda não iniciada).


O SETCOM vem atuando fortemente nas cobranças às autoridades, inclusive encaminhando documentos em alguns momentos para reiterar a necessidade de investimentos no trecho.


“Algumas rodovias na região foram construídas hádécadas. Desde lá, nunca foi feita uma revitalização. O número de veículos aumentou e o fluxo de carretas também em função do desenvolvimento da região, mas a mesma rodovia feita há muito tempo continua sem investimento”, revela.


Vendrame defende uma ação unificada entre todas as entidades da região para cobrar das autoridades uma ação mais efetiva. Talvez uma reunião com o Governo do Estado envolvendo os setores da sociedade em Concórdia, mas com a participação de todos os Municípios da região. Ou, a ida para a capital cobrar do Estado solução rápida para os problemas das estradas.


“Do jeito que está não dá pra continuar. É muito prejuízo para os motoristas com pneus furados e suspensão danificada. Para o transportador de cargas a mesma situação - quando não são registrados acidentes graves com mortes”, defende.



Image title