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Notícia

NTC&Logística e Anfavea apontam problemas com aumento do biodiesel na mistura do diesel

16/11/2020

Ederson Vendrame, presidente, Édiner Carissimi diretor executivo e Hugo Walter, supervisor regional do extremo oeste, representaram o SETCOM no encontro que debateu a mistura do biodiesel e os impactos para os veículos de transporte.

Tema levantado pela FETRANCESC, por seu presidente Ari Rabaiolli e vice-presidente Dagnor Schneider teve debate nacional, na tarde de quarta-feira, 11 de novembro.

Para entender os impactos que a mistura de biodiesel ao diesel causa nos veículos de transportes, a NTC&Logística, juntamente com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), realizou reunião por videoconferência.

Isso porque, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), por meio da Resolução nº 16/18, que dispõe sobre a evolução da adição obrigatória de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final, criou o cronograma estabelecendo as próximas evoluções da adição obrigatória a partir de 1º de março de 2021.

Atualmente, o biodiesel, que é produzido a partir de óleos vegetais, gorduras e resíduos como o óleo de cozinha usado, equivale a 12% na mistura do diesel que é comercializado no Brasil e há uma previsão de que em março de 2021 passe para 13%.

Segundo os dados divulgados pela Anfavea, os problemas decorrentes do aumento do teor de biodiesel, são: bombas de combustível; elementos filtrantes; injetores; não-partida do veículo; substituição de peças em campo acarretando custos de garantia; necessidade de reboque dos veículos devido a paradas; óleo diesel de 1º enchimento e bombas de abastecimento nos postos de combustíveis.

Fonte: FETRANCESC